Mário Cesariny de Vasconcelos nasceu no dia 9 de Agosto de 1923 em Lisboa. É um dos mais importantes poetas portugueses do surrealismo. Encontrou-se em 1947 com André Breton, aderindo ao movimento francês. No mesmo ano, liga-se ao Grupo Surrealista de Lisboa, de que se separou no ano seguinte, criando o Grupo Surrealista Dissedente. Além de poeta, romancista, ensaísta e dramaturgo, tem-se dedicado às artes plásticas, nomeadamente à pintura.
Prémios
Grande Prémio Vida Literária APE/CGD 2005 (Prémio pelo conjunto da Obra)
Grã-Cruz da Ordem da Liberdade Atribuída em 2005 pelo então Presidente da República Jorge Sampaio
Bibliografia
Corpo Visível, 1950;
Discurso sobre a Reabilitação do Real Quotidiano, 1952;
Louvor e Simplificação de Álvaro de Campos, 1953;
Manual de Prestidigitação, 1956;
Pena Capital, 1957;
Alguns Mitos Maiores e Alguns Mitos Menores Postos à Circulação pelo Autor 1958;
Nobilíssima Visão, 1959;
Planisfério e Outros Poemas, 1961;
Um Auto para Jerusalém, 1964;
Titânia e A Cidade Queimada, 1965;
19 Projectos de Prémio Aldonso Ortigão Seguidos de Poemas de Londres, 1971;
As Mãos na Água a Cabeça no Mar, 1972;
Burlescas, Teóricas e Sentimentais, 1972;
Primavera Autónoma das Estradas, 1980;
Vieira da Silva, Arpad Szenes ou O Castelo Surrealista, 1984;
A Virgem Negra, 1989;
Titânia, 1994.